
Em dezembro, o escritório da iTunes, da Apple, chega ao Brasil, com sede em São Paulo. Amigo da coluna ligado ao mercado fonográfico adianta que a poderosa loja da Apple vai abrir dois escritórios na capital paulista: um para as operações na América Latina e outro exclusivamente para disponibilizar músicas brasileiras no programa. Há anos, a operação é esperada, já que há muitos artistas que ficam de fora da maior loja digital do mundo por não terem força suficiente no mercado internacional. A loja virtual já aceita usuários brasileiros, mas para produtos que foram disponibilizados nos países onde existe o escritório.
Enquanto a indústria da música cresce virtualmente, o mercado fonográfico tradicional absorve o anúncio oficial da venda da EMI — incluindo o Brasil — para a Universal. Embora a notícia ainda não tenha sido veiculada por aqui, os funcionários da empresa ficaram sabendo do fato na última sexta-feira. Segundo uma fonte ligada à EMI, a operação ainda vai passar pelas leis de fusão entre empresas — como aconteceu com a Antarctica e Brahma, que lançaram a AmBev. Enquanto a Universal comprou a parte da gravadora por US$ 1,9 bilhão, a EMI Publishing — operação de administração de direitos autorais — ficou com o grupo Sony por US$ 2,2 bilhões. De acordo com o funcionário, “é o sinal dos tempos e ninguém sabe ainda como vai ficar a situação da empresa no Brasil”.
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