
Um estudo realizado na Itália revelou que o uso abusivo da internet está causando insônia e depressão nos adolescentes. O alerta serve para os pais que mantêm computadores nos quartos dos filhos ou não acompanham o tempo que eles ficam conectados. De acordo com a pesquisa, os menores ficam em média 6,5 horas conectados e a previsão é de que em 10 ou 20 anos, a quantidade média de sono deve cair.
Na Itália, por exemplo, foi identificado que o aumento de tempo de conexão gerou períodos de instabilidade, queda no desempenho escolar, depressão e mau humor, segundo informou a Sociedade Italiana de Pediatria, após realizar pesquisa com adolescentes e constatar que 68,6% dos entrevistados utilizam a internet sem o controle de adultos.
O estudo da Universdidade chinesa Sun Yat-Sen University, publicado pela revista Archives of Pediatrics & Adolescent levanta o questionamento quanto à adolescentes que passam mais de cinco horas por dia em frente a uma tela de computador, se as novas tecnologias constituem um instrumento a mais para estes adoslecentes isolarem-se ou se representa o contrário. E não para por aí: o último relatório da Fundação de Saúde Mental americana afirma que os adultos que se expõem a este excesso também apresentam patologia como solidão e incapacidade de construir relacionamentos reais.
Um estudo realizado na Itália revelou que o uso abusivo da internet está causando insônia e depressão nos adolescentes. O alerta serve para os pais que mantêm computadores nos quartos dos filhos ou não acompanham o tempo que eles ficam conectados. De acordo com a pesquisa, os menores ficam em média 6,5 horas conectados e a previsão é de que em 10 ou 20 anos, a quantidade média de sono deve cair.
Na Itália, por exemplo, foi identificado que o aumento de tempo de conexão gerou períodos de instabilidade, queda no desempenho escolar, depressão e mau humor, segundo informou a Sociedade Italiana de Pediatria, após realizar pesquisa com adolescentes e constatar que 68,6% dos entrevistados utilizam a internet sem o controle de adultos.
O estudo da Universdidade chinesa Sun Yat-Sen University, publicado pela revista Archives of Pediatrics & Adolescent levanta o questionamento quanto à adolescentes que passam mais de cinco horas por dia em frente a uma tela de computador, se as novas tecnologias constituem um instrumento a mais para estes adoslecentes isolarem-se ou se representa o contrário. E não para por aí: o último relatório da Fundação de Saúde Mental americana afirma que os adultos que se expõem a este excesso também apresentam patologia como solidão e incapacidade de construir relacionamentos reais.
No Brasil, a situação não é diferente. Jovens e crianças não estão preparados para utilizar a Internet, é o que revelou uma pesquisa feita nos últimos dois anos pelo Laboratório de Estudos em Ética nos Meios Eletrônicos (Leeme), da Universidade Mackenzie.
Os pesquisadores do grupo, coordenados por Solange Palma Barros, foram a campo e, ao entrevistarem 2.039 jovens, entre 11 e 18 anos, descobriram que tanto alunos de escolas privadas, como de escolas públicas, apresentaram-se totalmente suscetíveis aos diversos problemas que ocorrem em função do uso indiscriminado da rede mundial de computadores.
Por se tratar de um universo virtual, a internet traz uma falsa sensação de anonimato e impunidade, diz a pesquisa. O uso desmedido do universo virtual pelas crianças e adolescentes traz à tona não apenas a questão do comportamento, mas também situações mais preocupantes como a exposição à pornografia, a divulgação indevida da imagem e dados pessoais, a divulgação de boatos, bem como a pedofilia e o uso da Internet para incitar a violência.
Com os resultados em mãos, foram propostas alternativas concretas para a formação dos jovens quanto ao uso construtivo da Internet. Os pesquisadores produziram dois livros voltados para o Ensino Fundamental II e Médio, com o objetivo de relacionar os problemas que acontecem na Internet com a ética e os valores.
- Queremos que os jovens assumam uma postura mais crítica e segura no uso da Internet — afirma Solange Palma Barros, que pretende divulgar as obras nas escolas e, futuramente, lutar pela inserção da disciplina de ética e segurança na Internet no currículo escolar.
Além disso, o Leeme alerta sobre a falta de condições que muitos pais e professores têm para orientar os menores no uso da Internet: “nem todos estão preparados para acompanhar os jovens - que parecem estar anos à frente nas questões tecnológicas”, diz Solange, que ressalta a responsabilidade da escola em assumir o papel de orientador e formador.
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